(01) O núcleo
Pesquisaprojetos e cooperações.
Desde 2000, o Mover desenvolve projetos de pesquisa e extensão em educação intercultural, em rede com universidades do Brasil e do exterior.
01Em andamento: Viver, conviver e gerar vida em plenitude
- Período
- 2022–2027
- Financiamento
- CNPq, Produtividade em Pesquisa (PQ SR)
- Instituição executora
- UFSC/PPGICH
- Coordenação
- Reinaldo Matias Fleuri
O projeto retoma o tema da educação intercultural, presente em todas as pesquisas do grupo nas últimas três décadas, agora com foco nas cosmovisões ancestrais dos povos originários de Abya Yala e na perspectiva de “viver, conviver e gerar vida em plenitude”. Ele parte da contradição entre modernidade/colonialidade e ancestralidade/Bem Viver e propõe um diálogo crítico decolonial com essas cosmovisões, reconhecendo os princípios da relacionalidade, da complementaridade, da reciprocidade e da integralidade.
A pesquisa é feita em rede, como cooperação científica interinstitucional e internacional. Os eventos e colóquios, em que lideranças e pesquisadores ligados aos povos e movimentos populares de raízes ancestrais têm papel protagonista, são parte do próprio processo de pesquisa.
Palavras-chave: Bem Viver, educação intercultural, sustentabilidade, decolonialidade, indígenas.
Projeto CNPq 2022–2027 (PDF) A rede de pesquisa
02Todos os projetos
- 2024 — Viver em Plenitude: entretecer saberes decoloniais nas Ciências Humanas
- 2022–2027 — Educação Intercultural: viver, conviver e gerar vida em plenitude Projeto
- 2022–2025 — Educação Intercultural: viver, conviver e gerar vida em plenitude Projeto
- 2018–2022 — Educação intercultural: aprender com os povos originários do Sul e decolonizar a educação
- desde 2014 — Desafios interculturais e ecológicos para a Educação científica e tecnológica
- 2013–2016 — Cooperacao Científica com a Curtin University – Professor Visitante
- desde 2013 — Cooperação Cientifica Internacional com a Griffith University (Honorary Professor)
- desde 2011 — Cooperação Cientifica Internacional com a University of Queensland (Honorary Professor)
- 2010–2014 — Educação Intercultural: decolonializar o saber, o poder, o ser e o viver
- 2010–2013 — Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
- 2009–2010 — Curso de Formação de Professores para a Diversidade e Cidadania
- desde 2009 — Cooperação Científica com a Universidade de Montreal
- 2008 — Construção Curricular da Educação de Jovens e Adultos (EJA-SESI/SC) na perspectiva
- 2007–2010 — Educação Intercultural: desconstrução de subalternidades em práticas educativas e socioculturais
- 2007 — Curso de Capacitação de formadores para a educação inclusiva
- 2005–2007 — Curso de Formação de Educadores Populares de Capoeira na Perspectiva Intercultural
- 2004–2007 — Educação Intercultural: elaboração de referenciais epistemológicos, teóricos e pedagógicos para práticas educativas escolares populares
- 2002–2004 — Educação intercultural: desafios e perspectivas da identidade e da diferença cultural em práticas educativas e movimentos sociais no Brasil
- 2001–2003 — Educação intercultural e movimentos sociais: cidadania e reconhecimento identitário no sul do Brasil – Plano Sul de Pesquisa e Pós-graduação
- 2000–2002 — Educação Intercultural: desafios e perspectivas da identidade e pluralidade étnica no Brasil
03Congressos e conferências
O Núcleo Mover organizou o XII Congresso da ARIC — Diálogos interculturais: descolonizar o saber e o poder. O congresso convidou quem quer construir “outros mundos possíveis”, em que saberes e ações superem as relações de subalternização entre países, culturas e agentes sociais, e problematizou as estruturas coloniais de saber, de poder e de ação no contexto da globalização. A parceria com universidades e associações científicas do Brasil, da América Latina e de outros países garantiu o diálogo interdisciplinar.
- Out. 2018 — Filosofia e educação em errância: inventar escola, infâncias do pensar
- Jul. 2016 — Interculturalidade e decolonialidade — Universidade Nacional de Costa Rica
- Out. 2013 — The cultural interaction with aboriginal peoples in Brazil and Latin America: epistemological challenges — Austrália